6 de fevereiro de 2010

Get Back?

Não sei, quero voltar a escrever sobre e-commerce, mas esse papo de escrever sozinho é antigo, old fashion. Aceitei recentemente ser Gerente Executivo de E-comm. da Editora Abril. Vou ter a oportunidade de dividir muitas coisas. Mas será que por aqui. Se ainda houver vida nesse blog quem sabe. Senão. Vou ficar apenas no UpDateorDie da HSM.
Abraços

15 de julho de 2009

Me, MySelf and I

Deixando de lado a complexidade do varejo. Em via de regra funciona assim, eu (loja ou rede de lojas) compro de um fornecedor X e vendo para um cliente Y, entre eles coloco minha margem. Nesse leva e traz, ganha, aquele que negocia e percebe melhor as oportunidades. As grandes redes esgoelam-se pelos melhores preços. E onde fica o diferencial? Os produtos são os mesmos, as marcas são as mesmas, até a conveniência é a mesma, vence o sempre melhor preço. Claro, não é tão extremo assim. Existem outros fatores. Mas convido vocês a manter essa ideia sobre o varejo, - simples. Dessa maneira fica ainda mais interessante o que vamos debater aqui.

Falaremos de e-commerce então. Escolha uma palavra para definir o diferencial da amazon. Personalização. Escolhi por você. Vamos guardá-la.

A gente tende a entender personalização, quando tratada em ambientes digitais, como algoritmos. Bases espremidas, clusters super fatiados, até chegarmos ao indivído. Ao um. O único. E nesse ninguem chega. É intangível, o que torna inatingível.

Os varejistas do primeiro paragrafo, esses, estão brigando pela massa - pelo volume. Gente grande como a pernambucanas, já jogou a toalha, saiu do on-line. Quem é que vai querer entrar nessa? Esse tem que ser uma casas bahia da vida. Mas tem uma coisa que nenhum deles olha, ou não estão olhando. O um.

É uma pena. Existe um mercado imenso de uns. O Enjoei, e to vendendo é bom um exemplo. Um site de compra e venda de peças selecionadas, com uma tendência a produtos de moda. Como aqueles que a gente ainda gosta, mas não usa mais. A moda em sua essência é seletiva, mas não é esse o caso. Veja. Já existiam brechós on-line, já existia a venda em blogs, já existem e-commerce de moda, já existe até o mercado livre. Assim como existe também uma lacuna. Um site que fala, não literalmente, mas possui uma linguagem única, que não depende de ninguém. O site chega no indivíduo. Por que é livre. Não é business to business é people to people.

A atmosfera é de confiança mútua, confiamos que um vai pagar e que o outro vai entregar. A confiança é um dos alicerces do negócio. A confiança é a base de uma boa relação humana.

Como provocador, questiono. Com essa facilidade, com a capacidade quase infinita de fragmentação de um mercado, será que as grandes lojas irão ser repartir em infinitas variações de sí mesmas? Ou será que os consumidores vão desfragmentá-las?

Eu vou, na opção dois. O que é sólido é chato. O que eu não posso retransformar, criar a minha versão. Não me serve. Cada vez mais será assim. Então entenda a personalização como ela realmente deve ser entendida. Como uma necessidade irreversível do seu consumidor.


14 de julho de 2009

Onde estrão as coisas?

Opa.
Faz tempo hein, seu singlepeer. Também pudera. Estou postando no Blog da Repense. No Update or Die da HSM, em uma outra revista. Ufa, assim fica difícil mesmo postar aqui. Mas o assunto e-commerce não morreu.
E digo mais. Da um pulo no Enjoei =P. Um site voltado a produtos diferenciados e já usados. Estamos bombando de visitas, de vendas.
Estou preparando nesse instante um post exatamente sobre isso, sobre as oportunidades de nicho. Fazer negócios na cauda. Onde os pequenos competem de igual com os grandes. E assim que sair replico aqui.
Esse espaço ficará voltado para isso. Para ecomm. E todo resto ficará agregado aqui. Em meu blog pessoal

14 de abril de 2009

Nova Fnac



O site da Fnac mudou. A interface foi a mais atingida. E, o que me chamou mais a atenção foi a evidência dada a estrutura de departamentos. Foram usados ícones para reforçar cada seção. Eu particularmente gosto da maneira como os produtos estão distribuidos no site. Sou heavy-user da Fnac física e o ambiente traduzido na internet me parece fiel.

O carrinho não ficou para trás. Também teve boas mudanças. Ao que me parece foram melhorias na camada de apresentação. Entretanto suspeito que o backend tenha sido reforçado. Existe uma nova empresa de tecnologia, responsável pela revisão dos processos de logistica.

Os varejistas se tornaram competitivos na interface, na tecnologia. Acredito que a briga pela conversão acontecerá na personalização. Nesse quesito, o submarino está bem a frente dos demais.

9 de abril de 2009

Realidade Ampliada



O que eu considero mais interessante sobre a relidade aumentada é transformar humanos em interface. Quem conhece o termo IHC (Interface Homem Máquina), vai entender o que quero dizer. Vez que os seus sentidos - agora - começam a trazer outras respostas, outras maneiras de interagir com o ecosistema, algo esta mudando.

O que temos hoje é uma gota no oceano, mas o que é apresentado no video acima, ilustra outros caminhos.

8 de abril de 2009

Um possível retorno

Nossa, faz tempo mesmo que não escrevo aqui. Toda vez que tento recomeçar o meu relacionamento com esse blog, trago uma carga de culpa e, sempre volto em momentos de reflexão. Hoje aconteceu exatamente isso. Penso em como a internet me deixa culpado.

Perceba a minha situação. Estou com o Firefox aberto, em uma aba está essa janela, qual vos escrevo, em outra está o Google Reader (1000+) , e-mail (19 novas mensagens), Gmail (20 novos e-mails), TweetDeck (190 novos updates). Me sinto pequeno tentando lutar contra tudo isso.

Agora a pouco eu twittei, com uma certa raiva, algo assim: - Sinto raiva por tudo que perco. Me sinto menor, por lutar contra a minha capacidade de absorção. E olhe, eu vivo disso, eu consumo informação, como quem tem muita fome, não anoto nada, acredito que o que a gente entende, passa logo a fazer parte da gente.

Agora chega de bobagem, chega de reclamações. Há mais ou menos duas semanas, eu comecei a trabalhar na Repense, uma agência focada em Marketing Direto e de Relacionamento. Ultra-Cool não? Sim é!

Deixa eu te contar um pouco mais sobre o que é a Repense, o que eu vim fazer e como eu cheguei até aqui.

A Repense, é uma excelente agência de marketing direto, o que isso quer dizer, você pergunta. Então respondo, Marketing Direto, é exatamente o que o nome sugere, ir direto ao ponto, direto ao resultado, pragmatismo, leia assim. Quando pensamos em pragmatismo, pensamos em algo duro, pois bem, aqui não é bem assim. É um direto ao ponto com-um-o-quê de criatividade e inovação. Aliás, deixa a modéstia de lado, a Repense é uma agência com criatividade de sobra.

Eu me juntei a esse tipo por que acredito em uma internet real, em um ambiente fértil, com muito resultado para dar, assim como banana, plantou nasceu.

Então tem muita coisa misturada desde então. Faz tempo que queria botar no mesmo bolo a minha capacidade de criatividade, visão de negócios, comunicação e gosto por tecnologia.

Estou com muita fé, mas muita mesmo. Agora será possível levar esse blog adiante da maneira que ele merece.

10 de março de 2009

Varejo do futuro

<a href="http://video.msn.com/?mkt=en-GB&playlist=videoByUuids:uuids:8d7a2ef7-84cf-4daf-9a4d-2531c273f756&showPlaylist=true&from=shared" target="_new" title="Retail Future Vision">Video: Retail Future Vision</a>

O Varejo do Futuro, será?

14 de fevereiro de 2009

PAUSA PAUSA PAUSA

Galera,
Sei que estou vacilando muito aqui no Blog, mas isso por que to fazendo dois ou três projetos muito legais.
Acabei de lançar o novo shopping do portal iG (www.igshopping.com.br) e estou me dedicando a um novo projeto, esse pessoal, com mais 3 feras, olha ai o blog inicial.

22 de dezembro de 2008

SnapTell - Experiência de consumo mobile



Essa aplicação para iPhone mostrada no vídeo acima é simplesmente fantástica.

Funciona assim, você tira a foto da capa de um produto (Livro, CD ou DVD), a imagem é enviada para um banco de dados "x", e como resposta recebe informações relevantes ao produto, tais como referência no Wikipedia, Ratings, Comparação de preços, vídeos e etc.

Uma excelente experiência de consumo, eu utilizei esse aplicativo hoje mesmo com um CD do Chico Buarque e funcionou muito bem.

A empresa que criou esse aplicativo, a SnapTell, criou diversos outros na mesma linha de reconhecimento de imagem. Uma das coisas mais interessantes que eu vi, foi um sistema de publicidade, onde você tira uma foto de uma anúncio, seja ela outdoor ou impresso de revista, o sistema retorna informações relevantes, funcionando assim como uma extensão de mídia.

Quem tiver iPhone busque por esse aplicativo na App Store ele é grátis.

21 de dezembro de 2008

Nunca mais ficaremos off-line.

Cada vez mais torna-se inconcebível separar o real do virtual. Será mesmo?

Pessoas como eu - que nasceram no início da década de 80, ou mais - sabem muito bem o que eu quero dizer. Ao mesmo tempo em que convivo com as frequentes mudanças tecnológicas, também já vivi o marasmo da falta dela. Isso me faz refletir sobre a minha geração e as próximas gerações de consumo. Como será o próximo?

A novidade é agora. Não existe mais espaço entre o presente e o futuro. Nessa mesma geração, utilizamos computadores com alguns megas de memória e outros (nas núvens) com incontáveis gigabytes. O que isso quer dizer? Quer dizer que as oportunidades para novos negócios são como trens, se tornarão frequentes, dificultando dessa forma os monopólios atemporáis, viavbilizando a inovação constante.

A cada nova tecnologia, seja ela uma linguagem, metodologia ou device outras surgem a partir dela e se misturam.


Nada disso quer dizer que o mundo será belo, arbitrário e igual para todos, e sim quer dizer ganhará quem for mais rápido. Haverá aqueles que dirão " por que não pensei nisso antes " assim como os que agirão para conseguir primeiro.

Como se preparar? Pense assim, acabou a plataforma, não existe web, existe serviço. Só sobrivivera quem pensar dessa forma. Quem não pensar em SaaS, quem não pensar em webservices, SOA e por aí vai, tem um tempo de vida limitado.

Compartilhamento - tudo nós leva a ele. A tecnologia aproxima pessoas a ideais em comum. A força da inteligencia coletiva, do sofware livre e das redes sociais, deram outra velocidade para o jogo.

19 de dezembro de 2008

Ponto Frio e Magazine Luiza, divergências e semelhanças



A disputa entre o PontoFrio.com e a Magazine Luiza no e-commerce da gosto de ver. Ambas são lojas de departamento com forte presença no "mundo físico" e com um importante papel no universo on-line. 

As duas lojas possuem força de venda semelhantes tanto em linha branca quanto em eletrônicos, ocupam uma posição equivalente no ranking de visitas na internet e um número muito próximo de lojas físicas.

Veja o perfil entre os competidores e o ponto alto de cada um em 2008.

Pontofrio.com

Rede de lojas de departamento com 456 pontos de venda com forte presença nos principais estados nacionais.

O grande acontencimento do ano ocorreu em outubro. A associação entre a Globex a Eduardo Chalita, German Quiroga, Renato Drumond e Eduardo Castro para a criação de uma nova empresa, o  Pontofrio.com. 

German Quiroga como diretor-presidente da nova empresa será muito importante para a nova Empresa, Quiroga tem uma história profissional que se confunde com a própria história do comércio eletrônico nacional, uma das suas principais contribuições foi como responsável pela startup da americanas.com.

Com planos agressivos para 2009, a empresa promete ganhar mais espaço, competindo com pé de igualdade com a magazine luiza.

Magazine Luiza

Contando com 447 pontos de venda nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, sendo 50 deles frutos de uma recente expansão. A força da Magazine Luiza se dá a fortes ações integradas entre os canais.

Com presença multi-canal a magazine luiza, ganha muito com a sinergia entre seus pontos de venda. Dá para notar no gráfico acima, o que representa a ação do caminhão do faustão, que foi resgatada pela rede, logo no início desse ano.

Divergências

Magazine: Aposta na frequênte sinergia entre canais.
PontoFrio: Acabou de segregar alguns pontos da sua operação criando uma nova empresa.

Em março desse ano, ficou claro - a internet sofre muita influência sobre as ações que são feitas fora dela - Acredito que seria muito importante para o pontofrio alinhar os ponteiros para começar a tirar mais proveitos da prerrogativa que existe nas ações de marketing off-line. Um risco que o pontofrio corre com a nova empresa é justamente desatar-se da sua força principal.



18 de dezembro de 2008

Compra3: Um trade-off aberto


O compra3 é um site de compra conjunta que promove descontos na aquisição de produtos nos maiores varejistas on-line do pais.

Já houveram iniciativas nesse sentido, mas por que eles são bons e por que pode dar certo?

Por que eles aplicaram a mecânica de trade-off, ou seja, rebate, você compra e quanto mais pessoas comprarem o mesmo produto mais você ganha. A quantidade de dinheiro que retorna depende da quantidade de pessoas que comprarem, ou seja, você pode comprar em conjunto com os seus amigos, ou mesmo com outras pessoas, sem ter que criar grupos fechados.

Sensacional, dessa forma até os problemas de logística reversa, em detrimento de desistências são amenizados.

Recomendo


17 de dezembro de 2008

Novo Submarino no Twitter


O Submarino sempre me surpreende positivamente, eles estão mesmo dispostos a usar mídia social para promover engajamento positivo com os seus clientes.
O twitter @novo_submarino está sorteando um nintendo wii para quem escrever um post criativo sobre o tema "Eu gosto é de novidade". A ação não é das mais elaboradas, mas é um passo importante do e-commerce na mídia social.

Agora a pergunta que fica no ar é, como eles conseguiram personalizar o header?


B2W sofrerá maior impacto da crise entre as varejistas, diz corretora

| 16.12.2008 | 8h55

Para Fator, empresa originária da fusão Submarino-Americanas.com depende mais do crédito por trabalhar com vendas de valor mais alto

 

Portal EXAME  As mudanças macroeconômicas deste final de 2008 terão forte impacto no varejo no próximo ano. O crédito mais caro e a expectativa de desaceleração do crescimento da economia brasileira para algo em torno de 2,5% em 2009 vão reduzir o crescimento das empresas do setor. O banco Credit Suisse divulgou relatório nesta segunda-feira em que prevê queda de 3% nas vendas do varejo brasileiro no próximo ano - contra alta de 10,4% nos nove primeiros meses de 2008. Além disso, o dólar caro deve reduzir a venda de produtos importados e incentivar a substituição por similares fabricados no Brasil. Para a Fator Corretora, entre as grandes varejistas com ações listadas na Bovespa, a B2W é a que deve sofrer o maior impacto nesse novo cenário. A empresa originária da fusão Americanas.com-Submarino tem um valor médio de vendas mais alto que suas concorrentes (cerca de 300 reais) e praticamente todas as suas vendas são feitas a prazo.

Em seguida, também serão bem afetadas as varejistas de vestuário Guararapes (dona das lojas Riachuelo) e a Lojas Renner. As duas empresas também dependem muito das vendas a prazo e boa parte de suas receitas é obtida com produtos financeiros comercializados por bancos dentro de suas lojas. Por outro lado, a Fator acredita que o Pão de Açúcar e a Lojas Americanas devem ser as varejistas menos afetadas pela crise, uma vez que o valor médio das compras é baixo, uma parcela muito pequena das vendas é financiada e seu faturamento não depende da comercialização de serviços financeiros. Veja abaixo as expectativas da corretora para as seis empresas de varejo que possuem cobertura:

B2W: a previsão é de que seja a mais afetada pela crise. Além da grande dependência do crédito e do alto valor das vendas, a B2W deve ter dificuldade para obter empréstimos de bancos para financiar os clientes, já que a probabilidade de aumento da inadimplência é maior em empresas que trabalham com cartões private label - aqueles com a marca da própria varejista e que só servem para compras nela mesma. Apesar da previsão negativa, a Fator indica compra das ações da empresa (BTOW3), com preço-alvo de 36,80 reais para o final de 2009. A corretora acredita que a B2W continua a ter um grande potencial de crescimento, já que o comércio eletrônico ainda é pequeno no Brasil e o número de novos compradores aumenta rapidamente a cada ano. Também é esperado que investimentos na concentração dos centros de distribuição tragam ganhos de sinergia para a B2W nos próximos anos.

Saraiva: as receitas da empresa dependem da edição e publicação de livros e - cada vez mais - da venda de títulos por meio de suas lojas ou na internet. Com a aquisição da Siciliano por 60 milhões de reais neste ano, a Saraiva passou a ter 99 lojas. Também possui boa participação no comércio eletrônico de livros e outros produtos. A valorização das ações vai depender da continuidade do crescimento das receitas obtidas pela web, do aumento da receita por metro quadrado das lojas da Siciliano e da continuidade da aquisição de seus livros didáticos pelo governo. A Fator indica a compra das ações da Saraiva (SLED4), com preço justo de 23,33 reais.

Guararapes: a empresa tem 99 lojas Riachuelo espalhadas pelo Brasil e um modelo de negócios integrado com a produção das roupas. A própria Guararapes produz 85% das artigos que comercializa. Desta forma, a empresa deve ter um ganho mais rápido que seus concorrentes com a queda do preço do petróleo e do algodão, que servem de matéria-prima para a fabricação de roupas. Por outro lado, a alta do dólar deve corroer parte dessa redução de custos. Entre as vantagens competitivas da Guararapes, a Fator diz que ela costuma ser mais rápida que os concorrentes no lançamento de coleções. A corretora recomenda a manutenção das ações da Guararapes (GUAR3), com preço-justo de 27,62 reais.

Lojas Americanas: Opera 496 lojas em 19 estados e vende 60 mil itens. Na área de comércio eletrônico, atua com a B2W e o canal de vendas Shoptime. A Lojas Americanas possui um cartão private label em parceria com o Itaú, mas a parte de suas receitas que depende desse produto é muito pequena. A empresa também possui baixa dependência das vendas a prazo e não sofrerá com a alta do dólar, já que a venda de produtos importados tem baixa participação no total. Por outro lado, como a empresa controla 55% das ações da B2W, sofrerá um impacto indireto do dólar e do crédito por meio de uma provável redução dos dividendos. A Fator indica a manutenção das ações da Lojas Americanas (LAME4), com preço-alvo de 8,28 reais.


Pão de Açúcar: é um dos principais varejistas de alimentos do Brasil. Possui 581 lojas distribuídas por 14 estados e 19 centros de distribuição para abastecê-las. Possui praticamente todos os formatos de lojas. O segmento de supermercados e hipermercados deve ir melhor em um momento de crise do crédito, já que dedica-se à venda de produtos básicos. Além disso, a bandeira Assai, adquirida no ano passado e especializada na venda de produtos no atacado para o consumidor final, deve continuar a elevar a receita da empresa nos próximos anos. O segmento mais exposto à crise do crédito e à alta do dólar é o de eletroeletrônicos, concentrado na bandeira Extra A Fator acredita que esses produtos terão menor peso na receita total nos próximos anos e recomenda a manutenção das ações do Pão de Açúcar (PCAR4), com preço-alvo de 38,68 reais.

Lojas Renner: está entre as três maiores empresas do varejo de roupas e calçados do Brasil, mas vende também cosméticos e acessórios. Deve ser bem afetada pela crise do crédito, já que 64% de suas vendas são financiadas. Assim como a B2W e a Guararapes, a Lojas Renner possui um cartão private label e fica mais exposta ao aumento da inadimplência. Por outro lado, a Fator acredita que a Renner terá um ganho pequeno de margens com a queda do petróleo e do algodão, matérias-primas para a indústria têxtil. Como não produz as roupas vendidas como a Guararapes, parte desse ganho pode ficar com seus fornecedores. A Fator diz que as ações da Renner (LREN3) devem ter um desempenho abaixo da média de mercado e considera o preço-alvo de 17,40 reais.

16 de dezembro de 2008

Vaga: Gerente de produto Software

Preciso de indicação para essa vaga

Consultants recruit middle to senior management positions where the business and management skills of the candidates becomes more important than just their technical competence. Typical roles at these levels would be consultants, business analysts, middle to senior managers, heads of department and directors.

Job Description:
Nosso cliente é uma multinacional de grande porte, presente em 26 países e desde a década de 60 no Brasil com foco no desenvolvimento de soluções tecnológicas.

Buscamos um profissional para:

- Desenvolver, coordenar e implementar estratégias e ações de marketing que assegurem o posicionamento e o desenvolvimento dos produtos no mercado;
- Analisar o mercado e a concorrência, identificando preferências dos clientes, oportunidades de negócios, precificação e posicionamento de preços;
- Realizar Benchmark de mercado;
- Atuar em conjunto com as áreas de Tecnologia e Comercial no desenho, projeto, especificações e customizações dos produtos;
- Elaborar e administrar budget e orçamento;
- Analisar custos e margens, bem como avaliar performance dos produtos em cada segmento do mercado;
- Elaborar o planejamento estratégico;
- Participar de eventos, buscando desenvolver novos contatos e promover a marca da empresa;
- Suportar os processos organizacionais;
- Incentivar o aprimoramento profissional de seu time.

Mande recomendações para tielima@singlepeer.com

15 de dezembro de 2008

Menu de navegação do site da Gol

Não sei se eu gosto do menu do novo site da gol. Pode ser implicancia minha, ou mesmo coisa de primeira impressão. Mas acho que ficou tudo muito condensado e apertado. Se fosse uma interface desenhada para dispositivos móveis até daria para entender a razão.

Mas sendo pragmático, o que não é bom:

1 - ) Parece bobagem, mas quando a gente clica no pequeno calendário, dá para escolher uma data inferior a data do dia corrente, deveria haver uma restrição para isso.

2 - ) Falta consistência, eu fico imaginando, ao clicar nas pequenas abas laterais direita, tudo deveria acontecer na mesma interface do "compre aqui e voe", pois da maneira que aba foi ilumiada sugere que o usuário está nessa fase, mas ao contrário do que é sugestionado cada aba leva para um lugar completamente diferente.

3 - ) Não consigo entender a ordem do menu "Cargas GolLog, Acompanhe os seus vôos e seguros" Por que, o acompanhamento de vôos está em um lugar tão despropositado assim?

E vocês o que acharam?

14 de dezembro de 2008

Palestra usabilidade - slideshare

Pessoal,
O meu amigo Daniel Blumenthal me fez a gentileza de colocar a palestra de usabilidade, no slideshare, e para aqueles que mandaram e-mails reclamando agora esta ai.


12 de dezembro de 2008

IKEDA - Plataforma de e-commerce

Procurando uma boa Plataforma de e-commerce?

Para quem já tem um e-commerce rodando em plataformas menos sofisticadas e já sente a necessidade de trabalhar com regras de negócio mais elaboradas, ou mesmo, para empreendedores que acreditam que o seu negócio vai nascer parrudo, eu recomendo a IKEDA.

Há mais ou menos um mês, conversei com o Alessandro Gil, Diretor Comercial da IKEDA, eu o procurei, pois estava curioso em conhecê-los desde que a NETSHOES resolveu utilizá-los como plataforma tecnológica.

O que faz a IKEDA ser especial?

(1 -) Carteira de clientes

Eles já trabalharam em projetos, ou assumiram por inteiro a plataforma dos mais importantes players de varejo on-line do Brasil.

(2 -) Experiência
Sim, os anos de estrada contam muito.

(3 -) SaaS

Por último e mais importante talvez, é como eles pretendem ganhar escala, preço competitivo e agilidade.

Por que SaaS é vantajoso?

  • Barateia os custos do o cliente final nas novas versões da aplicação.
  • Excelente para um e-commerce “startup”, pela velocidade de implementação e preço.
  • Escalabilidade sem perder agilidade

“Simples, barato e flexível, o software como serviço – ou SaaS, do inglês software-as-a-service – já virou realidade dentro das empresas. Em três anos, uma em cada quatro aplicações será negociada nesse modelo. A idéia básica prevê o fim das licenças e o pagamento de uma taxa que varia com o uso. De quebra, a TI ganha agilidade na atualização tecnológica. Mas o SaaS tem limites também. O principal é a dificuldade para customizar, o que torna o modelo pouco adequado para sistemas críticos. Está na hora de encarar o SaaS? Conheça a opinião de CIOs e especialistas sobre esse conceito.” (Recomendo esse texto, para melhor entendimento das vantagens do SaaS)

Ressumindo

A IKEDA é uma empresa que sabe o que ta fazendo. =)

(Parece que é um post pago, mas acredite em mim não é, nem o cafezinho o Alessandro me pagou)


9 de dezembro de 2008

Usabilidade para e-commerce e para branding

No final do mês passado fui convidado para palestrar no curso avançado em mídias digitais, promovido pela abemd. Quando recebi o convite para falar sobre usabilidade, refleti um pouco sobre como abordar esse tema, sem ser tão genérico nem tão profundo.

A idéia era que ao final do curso, todos estivessem aptos a refletir sobre o tema e se tornarem mais questionadores.

Para isso eu dividi o assunto nos seguintes tópicos:

1 - Introdução e conceitos gerais
2 - Processos de memorização
3 - Design de Interação
4 - Exemplos Práticos
5 - Metodologias de testes
6 - Dicas
7 - Usabilidade como branding

Eu gostei muito da apresentação e queria dividí-la com vocês. Como ela tem 25 megas, eu disponiblizei um link para download, clique aqui para baixar

2 de dezembro de 2008

Pausa

Tenho me dedicado mais ao meu Flickr do que ao meu blog, isso não quer dizer que vou abandoná-lo, mas por hora, ele fica um pouco de lado.

Mas o vídeo abaixo merece ser publicado.


22 de novembro de 2008

10 dias fora

Nesses dez dias sem atualização, fiquei devendo uns assuntos, que estou para publicar, são eles:

O Bate papo com o pessoal da Ikeda
A conversa maluca (no bom sentido) com o Luli Radfaher
Uma palestra de e-commerce que encontrei
E a minha apresentação sobre usabilidade na ABEMD

Prometo escrever sobre esses tópicos em breve

12 de novembro de 2008

Leitura de blogs influencia compra de produtos, pesquisa da Jupiter

Metade dos leitores de blogs nos EUA acredita que eles sao uteis para obter informaçao sobre produtos. É o que diz uma pesquisa da Jupiter Research para a BuzzLogic. Mais da metade dos que fizeram compras confiando no que leram em blogs disseram que as informaçoes ajudaram na decisao de compra. Ainda de acordo com a pesquisa, a partir do que lêem nos blogs, os usuarios seguem para outras açoes relacionadas à compra de produtos - lêem resenhas na web (17%), buscam mais informaçoes (16%) e visitam o site do fabricante do produto ou da loja que está vendendo (16%). Segundo o eMarketer, o numero de consumidores influenciados pelos blogs vai aumentar, por conta do prórprio crescimento da leitura dos blogs. A previsao é de que 67% dos usuarios de internet nos EUA vao ler blogs em 2012 - acima dos 50% em 2007.

Fonte BlueBus

6 de novembro de 2008

Facilite e ganhe

Buscamos por simplicidade, o mais fácil nos conquista, não por que somos preguiçosos, e sim, por que quanto mais escasso algo é, mais valioso ele se torna, atualmente o que temos de menos é tempo, que de certa forma tornou-se commoditie.

Simplificar não é a receita, é ingrediente, elementos emocionais ainda são valiosos, ou melhor, estão mais valiosos do que nunca, o design exerce esse papel, diferenciando produtos, mesmo quando a essência é mantida. A busca é a união entre o necessário, essencial e belo, isso te lembra algo? A apple?

Mas vamos para o assunto, meu tema hoje é - simplifique e ganhe - esse deve ser o objetivo de um comércio-eletrôncio, reduzir custos operacionais, abocanhar uma fatia de um mercado promissor, são oportunidades diretas, mas existem outros ganhos, aproveitar o canal e torná-lo fonte de fidelidade e comodidade, rentabilizará o negócio em todos os sentidos.

O Google possui uma home page simples, assim com o uma página de busca deve ser, um e-commerce, por sua vez deve ser simples, assim como uma loja on-line deve ser.

Simplificar é oportunismo, a amazon.com, por exemplo, transforma comportamento comum de consumo em receita, traduzindo tecnologia em comodidade, leia isso como ganho de tempo, tempo é escasso, pouco vale muito, e por ai vai. Mesmo que para nós isso seja percebido como artifício comercial, para o seu cliente isso pode ser considerado conveniência.

Não, não to dizendo que outros fatores devem ser ignorados, o preço, é levado em consideração, por que quando pouco está disponível na economia, assim como o tempo, mais valor agregado ele tem.

Direcionar todos os esforços comerciais para o site, transformando-o é um mar de banners e ofertas, não é a melhor configuração de rentabilidade, o tempo do usuário tem valor, tanto para ele quanto para o dono do negócio, não adianta acreditar na precificação como único fator de decisão.

Questione: Quantos links existem na página principal? Quantos deles são necessários? Quantos poderiam simplesmente ser excluídos? O que é feito para facilitar a vida do cliente, tanto na venda quanto no pós venda? Como a tecnologia esta sendo usada para aperfeiçoar a experiência de consumo? Qual o grau de personalização existente?

Mais uma vez afirmo, administrar a experiência do usuário no site é questionar, colocar-se no lugar dele, por mais simples que isso seja, muitas vezes a simplicidade não é vista como oportunidade.

A responsabilidade de quem gerencia a experiência de uso de uma aplicação, é unir a satisfação do cliente, com a necessidade comercial, equacionando as expectativas, e isso definitivamente não é um trabalho fácil.

Boa Sorte =)

ABEMD faz curso avançado em Marketing Digital

Pessoal, recebi um convite para palestrar no curso avançado dm Marketing Digital da ABEMD, a associação brasileira de Marketing direto.

A minha idéia nesse evento é abordar a usabilidade orientada a resultado, para sites transacionais. Outros assuntos como, mundo digital e sua situação atual, planejamento de desenvolvimento de projetos, métricas, entre outros, serão abordados por uma tropa de elite, composta pelo Fernando Cirne (dir. de desenvolvimento comercial da Editora Abril), Luiz Trindade (sócio-diretor da iThink), Marcelo Lobianco (diretor de publicidade do IG) e Marcelo Perrone (responsável pela área de operações da Giovanni+draftFCB).

O evento acontecerá nos próximos dias 18 e 19. O objetivo é especializar profissionais na gestão de e-marketing das empresas. O programa conta com assuntos como: mundo digital e sua situação atual, planejamento de desenvolvimento de projetos, usabilidade, métricas, entre outros.

Para mais informações clique aqui, ligue (11) 3129-3001 ou mande um email para atendimentoeventos@abemd.org.br

As vagas são limitadas

5 de novembro de 2008

Google cria site com dados, dicas e cases para varejistas

Aproveitando a proximidade do Natal, o Google lançou um site para agências e anunciantes de AdWords com informações sobre como incrementar as vendas no período natalino.

Nesta época, em que o varejo tem maior faturamento, o site dá dicas de como montar campanhas de links patrocinados. Para quem ainda não utiliza AdWords há também uma área com dicas para iniciantes que pode servir de pontapé inicial para alavancar as vendas neste Natal.

No endereço é possível obter informações sobre o comportamento histórico das buscas e vendas para a época e ter dicas de como escolher palavras-chave para uma campanha usando o Google Insights for Search. Há ainda uma área com vídeos de cases de sucesso de anunciantes de AdWords.


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