10/04/08

Lições sobre marcas e UGC



Lembram do livro "Minutos de Sabedoria"? Aquele livro preto de cabeçeira?
Poisé, como o livro citado, esse vídeo possui relatos simples, ilustrando como algumas agências enxergam a associação entre marcas e conteúdo gerado pelo usuário.

Nada que ouvimos pela primeira vez, mas é sempre bom lembrar.

Ménage à trois - Google, Microsoft e Yahoo



Yahoo! decidiu testar, por pelo menos duas semanas, mais uma manobra para escapar da fusão com a Microsoft. Pretendem testar a exibição de anúncios do Google, em apenas 3% das buscas realizadas através de sua ferramenta, dentro dos Estados Unidos.

O objetivo do teste é avaliar a desempenho dos anúncios do seu concorrente em alguns episódios bem específicos, como por exemplo, caso o Yahoo não possua a melhor opção para a exibição de um link patrocinado, será possível disponibilizar anúncios do Google e, a receita gerada seria dividida.

A Microsoft respondeu dizendo que essa é uma atitude anti-competitiva.

Aguardem as cenas dos próximos capítulos.

09/04/08

Procurando por Eletrônicos?



Retrevo, esse é o nome do serviço de busca especializado em produtos eletrônicos. O foco é a precisão, basta digitar o produto dos seus sonhos que aparecem: - posts em blogs, comentários dos usuários, informações do fabricante e lojas on-line que vendem o produto. Tudo organizado e categorizado para atender as suas pesquisas. Também é possível procurar por soluções de problemas e manuais do fabricante.

A interface é bem diferente das tradicionais. Ao tentar buscar por “Digital Câmeras”, por exemplo, a página apresentada é uma espécie de “Product Advisor” ou seja, conselheiro de compras. Uma das coisas que achei bem interessante foi o “Retrevo Value Map”, onde os produtos são apresentados em um quadro indicando o que é melhor em termos de preço e função. A área “What to Expet”, filtra expectativas, isso acontece enquanto são selecionadas as faixas de preço, as marcas e as funcionalidades desejadas.

Utilizando uma tecnologia que permite uma “single-page-choice”, tudo acontece sem que o usuário tenha que navegar em várias páginas até chegar ao produto que deseja.

08/04/08

Y! Nova Plataforma de Publicidade


Ontem, o Yahoo! Anunciou a sua nova arma para competir nas suas duas atuais batalhas, a primeira é no mercado publicitário norte-americano, que gira em torno de $50 Bilhões de dólares, já a outra é para convencer os detentores de seus papéis que é mais vantajoso ficarem com a marca do que vende-la, uma vez que a Microsoft deu um prazo de três semanas para os executivos do Yahoo! Decidirem se aceitam a proposta de $31 por ação.

AMP (Advertising Management Platform) é o nome da nova arma, ou seja, uma plataforma de gestão de publicidade. Desenvolvida para simplificar o processo de compra e venda, promovendo uma solução “web-based” totalmente integrada, facilitando dessa forma o cross-seling de mídia através do enorme eco-sistema de compradores e vendedores, assim, os que planejam as ações atingem com precisão seus target, por outro lado, facilita a rentabilização do conteúdo.

Mesmo com o crescimento da publicidade on-line e a sua sofisticação, a maneira como os negócios são conduzidos são surpreendentemente, trabalhosos e manuais. O AMP facilitará o processo de compra de audiência através de uma internet extremamente fragmentada, o que não é possível com as atuais soluções.

O Yahoo! Acredita que irá entregar mais rápido, de maneira mais automatizada e integrada, permitindo que o processo de compra de mídia seja simples. Pelo meio de uma interface fácil será possível comprar busca, publicidade display, local, mobile e vídeo. Além disso, o AMP contará com uma suíte de ferramentas que permitirá a compra de publicidade com precisão geográfica, demográfica e de interesses através de toda a rede de conteúdo (próprio ou controlado) do Yahoo!

Com tudo em um único lugar todos os lados ganham: - publicadores, vendedores e agências. A transparência durante todo o processo sem dúvida é um diferencial competitivo, sem precedentes para o Y!


MMOG a favor da preservação



O SOS 21 é um jogo que através de um mundo imaginário e com uma interface muito semelhante ao The Sims, tem como objetivo central estimular a consciência de preservação ambiental. Cada ação do jogador que reduza o impacto no meio ambiente se torna pontos.

Após criar um avatar o usuário começa a interagir no meio ambiente em conjunto com outros usuários - MMOG Massive Multiplayer on-line Game – Afinal, se o objetivo do jogo é uma consciência coletiva, a prática dela deve ser feita por muitos. Apenas dessa forma será viável comparar o resultado das suas ações com o resultado coletivo do bairro.

As ações do jogador são recursivas, ele deve gerar um cotidiano, praticar uma dieta, aperfeiçoar o ambiente de trabalho e preservar o ambiente ao seu redor (bairro). Na demonstração do jogo, o jogador acumula pontos ao não comprar verduras fora da estação, não comprar frutos do mar de regiões proibidas, praticar uma alimentação sem frituras, economizar energia elétrica e por ai vai.

A previsão é que o jogo irá ao ar em meados de abril, inicialmente na língua francesa.

Site official: http://sos-21.com/ 

07/04/08

An absolut mistake



Não costumo falar de campanhas publicitárias aqui no Blog, hoje farei uma exceção. Ao acessar o site da Advertising Age, li uma matéria sobre a campanha da vodka absolut “In an absolut world”, ou seja, “em um mundo ideal”. A peça ilustra um cenário onde o território mexicano tem suas fronteiras alteradas, remetendo à um cenário pré-guerra.

Sem dúvida um approach delicado, trouxe a tona uma ferida antiga dos nossos compadres - a guerra Mexicano-Americana - que ocorreu entre 1846 e 1848, que em seu fim, estados como Arizona, Colorado, Novo México, Texas, Califórnia, Nevada e Utah passaram a fazer parte do território norte americano, ou seja, grandes pedaços de terra do norte dos Estados Unidos.

O objetivo da campanha, ou melhor a ingênua intenção era rodar apenas em território mexicano, entretanto, fugiu ao controle. Quando veio à público, os americanos prometiam boicote a marca e os mexicanos reviveram seus sentimentos de perda.

De acordo com a enquete realizada pelo L.A Times, 65% classificaram o anúncio como uma ofensa ao povo americano e, prometiam boicote e apenas 7,4% declararam que pretendiam consumir absolut.

A marca respondeu através do seu site, que o objetivo da campanha era convidar os consumidores a assistir um mundo perfeito, um mundo idealizado e até um pouco fantástico. Segundo eles diversas campanhas estão rodando mundo a fora, tratando cada país e cada população de maneira distinta e, esse anúncio em particular particular foi baseado em perspectivas históricas, com o intuito de tocar a sensibilidade mexicana, sem a intenção de ofender ou evocar alterações das divisas.

Falar de um mundo perfeito olhando para trás, pode ter sido um erro da Absolut. Afinal cada um tem um mundo idealizado.

Credibilidade das Redes Sociais



De acordo com o “Barômetro de Confiança” da Edelman, consumidores depositam mais credibilidade nas informações sobre empresas – e inferindo nos produtos – quando são passadas através de pessoas “como nós”.

Com os shoppings sociais, blogs especializados, ranking e comentários é possível afirmar que as opiniões sobre produtos e empresas são lidas e avaliadas por milhões de outros consumidores, atingindo diretamente um ponto crucial do ciclo de consumo – o inicio.



De acordo com Jeff Grau, Analista Sênior do eMarketer, “Há muito tempo os blogs e avaliações de consumidores fazem parte do cenário comercial da internet, entretanto, os chamados shoppings sociais, emergiram para um novo patamar de troca de experiências e opiniões nos últimos dois anos.”

Shoppings Sociais replicam melhor o aspecto emocional e social dos shoppings do mundo real. Como comprar nas lojas com seus amigos ou trocar experiências de compras com os colegas de trabalho.

Segundo o relatório da JupiterResearch. “Sites de Relacionamento definem as oportunidades em um cenário competitivo”. Enquanto as decisões de consumo são tomadas, os usuários de redes sociais depositam três vezes mais confiança nos usuários dessasredes do que na publicidade em geral.



Uma descoberta da “IBM Institute for Business Value” notou que duas razões bases motivam a contribuição em shopping sociais, a necessidade de fazer parte de uma comunidade (31%) e reconhecimento dos outros usuários da comunidade (28%).

Fonte: eMarketer

Road G3 Trip



A velocidade das mudanças nos separa das surpresas. Digo isso, pois, há pouco tempo atrás quando ainda criança, ficava atordoado quando nas férias de fim de ano viajava para o meu sítio em Nova Friburgo, região serrana do Rio. Dos sessenta dias de recesso escolar, vinte, eu passava por lá. Naquela época, final dos anos 80, ainda não havia luz na região, desse modo, eu separava-me temporariamente dos meus gadgets, um Phantom System e alguns cartuchos do Mário Bros.

Pensei sobre isso durante a madrugada de hoje, enquanto viajava de ônibus do Rio para São Paulo. Durante quase todo trajeto fiquei conectado, meu notebook através do G3 da Claro e, meu SmartPhone apontando a minha posição, através do GPS do Google Maps. Isso me surpreenderia na época de Friburgo, hoje consumo tecnologia como alguém que pega mais um biscoito (ou bolacha) do pacote.

Não vejo isso tão bem assim, acho que de repente tudo está passando tão rápido, que não sentimos o tempo passar e, não somos mais surpreendidos como antes.

Enfim, apenas um desabafo.

12/03/08

Opinião Social - Shopping Review



Acabou de ser lançado o (http://www.sazze.com/). Um serviço que usa “algoritmo social” comum na maioria dos sites 2.0, com a intenção de encorajar os consumidores a testemunharem sobre seus produtos, tendo como base sua experiência pessoal. O principal propósito do site é conseguir uma fatia no mercado de “shopping/review”.

O site começou a ser desenvolvido em meados de 2007 e apenas em janeiro desse ano começou a receber um pequeno número de usuários beta. A premissa é atrair o comércio on-line e off-line para o site ao prover comentários reais e honestos de pessoas comuns.

Apesar dos americanos estarem gastando mais do que nunca em bens de consumo, tornaram-se ao mesmo tempo mais exigentes. De acordo com uma pesquisa conduzida pelo próprio Sazze, um em cada quatro consumidores afirmou usar comentários de clientes on-line antes de contratar um serviço off-line.

Como suplemento, os resultados de outro estudo recente, aponta que os consumidores que consultaram comentários on-line, gastaram 41% a mais em uma loja (off-line), do que os que não pesquisaram a opinião de outras pessoas na Web. Baseado nessas premissas é pertinente afirmar que prover qualidade de informação on-line pode incrementar o mercado off-line.

O Modelo de negócio do Sazze foi muito influenciado pelo Yelp.com, um website onde os usuários compartilham comentários sobre restaurantes, bares e outros negócios locais. O Sazze funciona da mesma forma, apenas enfatizando a interação social entre usuários para promover comentários de qualidade sobre produtos.

Futuramente o Sazze prentende lançar uma espécie de programa “Usuário de Elite”, onde cada membro ao compartilhar suas especialidades em determinado tipo de produto poderá se tornar um “expert”, e a partir daí contará com certos privilégios como moderação e receber produtos do fabricante para que ele de a sua opinião.

08/03/08

Opinião Pública + Ações de Branding



Ano passado, a Vizzu/Bazarchoice declarou que 80% dos consumidores, confiam cada vez mais no julgamento de alguém próximo, do que nas marcas em si, isso não quer dizer que as tradicionais ações de Branding tornaram-se obsoletas, apenas ilustram um cenário repleto de novas oportunidades, principalmente nas ações que atingem diretamente uma cadeia de consumo.

Em um mercado global e sem fronteiras, com escolhas quase ilimitadas, essa tendência está cada vez mais evidente, afinal, as pessoas que conhecemos são essenciais em nossas decisões diárias. Hoje mais próximas, nas suas redes sociais, blogues, microblogues, mensagens instantâneas e por que não no próprio e-mail, as pessoas estão aptas a criar uma grande rede de influências.

Viral e marketing de guerrilha tornaram-se então um paradoxo, ficou fácil e difícil viralizar. Fácil, pois aqueles que espalham notícias usufruem da abundância de meios. Por outro lado, não é tão simples quanto parece, nem todo assunto torna-se frenesi na rede e, não basta maquiar, muitos erram ao tentar plantar um assunto – um grande erro - o certo é jogar as sementes ao vento, só assim haverá a espontaneidade necessária para o sucesso da ação.

A pergunta de um milhão é: Onde jogar as sementes?

Existem debates que fomentam uma espécie de apartheid entre mídia tradicional e mídia espontânea, contudo essa coexistência é positiva para ambos os lados. Os blogs se especializam e a mídia jornalística busca diferenciais. Mas sem dúvida, associar uma marca em um ambiente colaborativo, requer ousadia, embora o retorno tenda a ser compensatório.

Widgets: Motores de audiência e valor



Widget é um termo sem tradução literal aplicado aos pequenos módulos de uma interface. Você já deve ter visto widgets aos montes na internet, em seus diversos formatos, dos mais simples aos mais complexos, sendo uma enquete ou um mapa com as cidades que já visitou. É muito comum vê-los em Blogs, redes sociais e nos sites chamados 2.0.

O Facebook ilustra bem como os widgets podem ser utilizados. Quando bem elaborados, tornam-se uma forte ferramenta de geração de valor e lead para uma marca. Um dos diferencias dessa rede social é o seu enorme eco-sistema de widgets, que possibilitam infinitos meios para as pessoas interagirem entre si.

Tudo que é bom, dura pouco, já dizia o ditado. Essa máxima também se aplica a internet, ou seja, existem mais widgets do que conseguimos usar. Isso é um perigo para quem quer fazer desses pequenos aplicativos uma forma diferenciada de comunicação. Mas nem tudo está perdido, basta apenas você seguir alguns preceitos básicos.

Não existe um dado preciso, mas acredito que devam existir milhares de widgets espalhados por ai, que vão de jogos, calendários até previsão do tempo. Para potencializar o sucesso do seu widget, esse deve ser útil para os seus consumidores, isso é mandatório, por exemplo, ao criar um widget para uma companhia de turismo, por que não desenvolver um mashup do Google maps mais um guia de cidades. Ter valor para os usuários pode parecer ser um conselho óbvio, mas nem tanto, é realmente difícil extrapolar o nosso desejo de ser inovador e criar algo que as pessoas realmente tenham vontade de usar.

A personalização é outro ponto que deve ser considerado. Deve ser simples e fácil trocar de cor, colocar dados pessoais, mudar de formato, ou seja, criar algo interativo e intuitivo.

Colocando em prática essas duas regras, pode contar com uma forte ferramenta de marketing, capaz de transformar as interações dos usuários, em valor para a sua marca e audiência para o seu site.

25/02/08

Uso das ferramentas 2.0



Analisei uns dados hoje sobre aplicações 2.0 na web. O relatório é da Forrester relativo ao quarto quadrimestre de 2006, contudo notem que interessantes os dados abaixo:

  • 13% Criadores: Publicam vídeo, mantém um blog, fazem upload de vídeo.
  • 19% Críticos: Comentam em blog, fazem avaliações.
  • 15% Colecionadores: Usam RSS, tagueiam sites.
  • 19% Participadores: Usam sites sociais
  • 33% Espectadores: Lêem Blogs, assistem aos vídeos gerados por usuários, ouvem podcasts.
  • 52% Inativos: Não usam a internet em nenhuma das maneiras acima.

Na época 52% dos usuários norte americanos estavam satisfeitos com a internet 1.0, ou seja, ler e-mail, usar bankline ou mensagens on-line.

Outro ponto interessante é que 33% das pessoas consumiam informação enquanto 13% criavam.

14/02/08

Big Brother, Digg e Overmundo



Quem ganhou o último Big Brother? Aposto que você sabe! Poisé, todo mundo sabe. Muitas das coisas que sabemos na verdade não escolhemos saber, por exemplo, sei que o Alemão ganhou a última edição e na atual tem um Marcelo que nem todo simpatiza. Embora não assista ao programa, essas informações chegaram até mim mesmo sem meu consentimento e, com isso percebo - nem tudo que sabemos é fruto das nossas escolhas.

Quantas vezes será que somos impactados e digerimos informação mesmo sem querer saber?

Na internet as coisas não são muito diferentes. Fico pensando o quanto estamos expostos a dados que não nos é pertinente. Quando fazemos uma busca, por exemplo, quanto dos resultados não estão em destaque apenas, por terem seus códigos construído com uma boa otimização?

Um dos algoritmos do Google tenta traduzir esse poder de moderação da seguinte forma: - Se após pesquisar algo clicar em um link e ficar no site, ou seja, não voltar e tentar outra página da mesma pesquisa, fica entendido que a página apontada foi pertinente, caso contrário, se após o clique o usuário tentar novamente, o Google percebe que o site anterior não oferecia um conteúdo satisfatório. A partir disso e de outros fatores o Google nos apresenta os resultados de sua pesquisa.

Parece tudo ótimo mas existe uma frente que questiona essa bondade toda. O Google assim como a Coca-Cola não disponibiliza para o público o segredo da sua formula. Então sempre existirão os que disseminam que a Coca pode causar câncer e, os que o Google pode manipular seus resultados.

Dúvidas são frutos da falta de transparência. Por isso o Wikia Search tem como proposta disponibilizar o funcionamento de todos os seus algoritmos, confiando na comunidade para construir seus resultados.

Mas Ora! não é difícil juntar algumas pessoas e manipular isso também. Afinal qual o percentual de pessoas que participam ativamente da internet? 3%, 5%? Não sei. Dizem as más línguas que a Wikipédia Brasileira é extremamente manipulada e que Portugal deseja até segregar seu conteúdo. Não tenho muitas informações sobre isso, não sei se efetivamente é verdade, apenas penso que é possível.

Votação é o alicerce da democracia e o Digg é um site pioneiro nesse sentido. A proposta do site é: - quem aparece primeiro é quem conseguir angariar mais votos. Maravilha uma solução, pensei! Engano meu, engano do Digg. Logo ficou claro que os usuários chamados Heavy Users se uniam para formar uma espécie de Clã, que combinando seus votos mantinham seus conteúdos em destaque.

Não ficou assim, o Digg tentou novamente. Agora quem aparece na frente é quem além de mais votos, possuir maior quantidade de fontes distintas.

Qual será o próximo passo? Ainda não está claro. Mas uma iniciativa que admiro é a do Overmundo (site nacional de conteúdo cultural).

Como funciona o Overmundo?

Primeiro: Você publica o seu conteúdo, que por 48 horas fica em uma fila de edição, enquanto estiver nessa fase, outros membros poderão sugerir edições em sua obra.

Segundo: Sua matéria passa então para um fila de votação e fica lá por mais 48 horas, caso nesse período consiga receber votos suficientes, passa a fazer parte do conteúdo definitivo do site.

Ou seja, você publica, recebe votos e vota, definindo assim a qualidade do seu conteúdo e o da comunidade. A medida que participa a sua capacidade de julgamento é definida, ganhando votos e votando nos vencedores o peso do seu voto aumenta, podendo chegar até 10.

Seria possível burlar isso? Acho que sim, se você tiver paciência pode fazer 50 cadastros e votar em seu próprio conteúdo.

OpenID como Título de Eleitor.

Não existe Título de Eleitor na internet, no futuro, quem sabe, o OpenID poderia funcionar como tal? De repente sim. OpenID tem como proposta democratizar a internet, tratando cada usuário como dono de sua própria identidade, eu seria eu, não seria eu@yahoo ou eu @gmail. Acredito que se os sites agregadores utilizarem o OpenID na votação de conteúdo, ajudaria a melhorar a qualidade do mesmo.

Sem alarde.

Não quero propagar medo, não sou contra o Google, não sou a favor da Wikia, sou Withe Label. Embora saiba que precisamos manter a anteção, afinal, querendo ou não, a internet já esta politizada. A única coisa que desejo é saber menos de Big Brother e mais dos assuntos a mim pertinentes.

P.S> Criei o título "Big Brother, Digg e Overmundo" para tentar ganhar peso no Google - Me perdooem.

13/02/08

Campus Party - Eu Fui



Hoje finalmente consegui ir até o Campus Party. A primeira tentativa sem êxito ocorreu na segunda feira, o tamanho da fila me desencorajou.

Sai do trabalho por volta das 17h30min, um tanto tarde para os eventos que gostaria de participar. Embora o trajeto do trabalho até a Bienal não chegue a 20 kilometros, ainda sim, me perdi um pouco. Afinal sou um carioca errante - possuo sérias dificuldades em entender a lógica urbana de São Paulo -.

As adversidades se estenderam ao chegar, demorei um pouco para encontrar uma boa vaga, questão que me deixou indignado. Não havia nenhuma mesmo, os carros circulavam como se estivessem brincando de "dança das cadeiras", alguma hora a musica iria parar e se você estivesse perto de uma vaga "pimba", ganhava seu prêmio.

Rodei mais um pouco até que finalmente consegui meu lugar ao sol e, algo me diz que a pessoa logo atrás de mim me desejou algum mal, é quase intuitivo, eu não culpo ninguém por isso, afinal quando alguém bem a sua frente consegue uma vaga, imediatamente passa a ser uma filha da p... Mesmo que seja o papa.

À medida que me aproximava do balcão da bienal uma sensação de entusiasmo tomou conta de mim. Refleti durante instantes sobre a importância do evento, pessoas circulavam, algumas mais devagar e outras com mais pressa, embora todas pareciam unidas pelo mesmo propósito - disseminar conhecimento.

Ainda antes da entrada avistei um mar de barracas de camping azuis. Naquele instante admirei a dedicação dos que promoveram evento e dos que participavam, todos dispostos a ficar ali até o final, até debater tudo, até a última linha de código e até o último post no twitter.

Após me identificar e pegar os brindes (caneta, bloquinho, chaveiro, camiseta...) estava enfim, dentro do evento. Senti-me naturalmente perdido e extasiado, não me movimentava na mesma velocidade das pessoas, afinal, todos já conheciam o lugar, enquanto eu olhava tudo pela primeira vez.

Ao chegar ao grande mezanino da Bienal, notei que de um lado estavam às mesas onde as pessoas sentavam e plugavam seus computadores, enquanto no outro lado, aconteciam às palestras.

Cada palestra ocorria uma ao lado da outra, praticamente sem separação, dependendo do lugar escolhido era possível ouvir o conteúdo de ambas as palestras

Não sou uma pessoa que conversa muito, então circulei bastante, ouvi, comi um sanduíche e fui embora. Isso em 3 horas.

Amanhã eu volto lá!

12/02/08

Deus não joga dados com o universo - Einstein



Alguns dias atrás eu comprei um livro para dar de presente. "A Boa Sorte - Criando as condições de sucesso na vida e nos negócios".

Não, não é mais um livro de auto-ajuda para quem esta perdido e necessita de uma diretriz. O livro conta uma fábula inspiradora, sobre a diferença entre os que decidem buscar a sua sorte e, os que esperam que alguém as diga onde ela esta.

No caso, nenhum desses dois amigos estão precisando de uma palavra amiga, esse gesto irá apenas reafirmar "ei vocês, estão no caminho certo"

No post anterior, falei sobre empreendedores que fizeram sucesso a partir da pura pretensão de fazer algo diferente, ou simplesmente, com a intenção de ajudar os outros. Isso me inspirou a re-escrever algumas frases de grandes pensadores – retiradas do livro -

"Noventa por cento do sucesso se baseia simplesmente em insistir"
Woody Allen

"Circunstâncias? O que são as circunstâncias? Eu sou as circunstâncias"
Napoleão Bonaparte

"Só triunfa no mundo quem se levanta e procura as circunstâncias - e as cria quando as não encontra"
George Bernard Shaw

"Muitas pessoas pensam que ter talento é uma sorte; poucas, no entanto, pensam que a sorte possa ser uma questão de talento."
Jacinto Benavente

"A sorte só favorece a mente preparada"
Isaac Asimov

"A sorte ajuda os ousados"
Virgílio

"A sorte é a desculpa dos fracassados"
Pablo Neruda

"O Fruto da sorte só cai quando está maduro"
Frederich Von Schiller

"Acredito muito na sorte e descubro que, quanto mais trabalho, mais sorte tenho."
Stephen Leacock

"Quanto mais pratico, mais tenho sorte"
Gary Player

"Existe uma porta pela qual pode entrar a boa sorte, mas só você tem a chave"
Provérbio Japonês

"A sorte não está dentro de nós, mas em nós mesmo e em nossa vontade"
Júlio Grosse

"A Sorte segue a coragem"
Ênio

"A sorte ajuda os corajosos"
Públio Terêncio

"A resignação é um suicídio cotidiano"
Honoré de Balzac

"Que a inspiração chegue não depende de mim. A única coisa que posso fazer é que ela me encontre trabalhando."
Pablo Picasso

"A sorte do gênio é 1% de inspiração e 99% de transpiração"
Thomás Edson

"O segredo de um grande negócio consiste em saber algo que mais ninguém sabe"
Aristóteles Onassis

"Você é o motivo de quase tudo que lhe acontece"
Nikki Lauda

"A sorte não é nada mais do que a habilidade de aproveitar as ocasiões favoráveis"
Orisom Sweet Marden

"De todos os meios que conduzem a sorte, os mais seguros são a perseverança e o trabalho"
Louis Reybaud

"Somente aqueles que nada esperam do acaso são os donos do destino"
Mattew Arnold