
Hoje finalmente consegui ir até o Campus Party. A primeira tentativa sem êxito ocorreu na segunda feira, o tamanho da fila me desencorajou.
Sai do trabalho por volta das 17h30min, um tanto tarde para os eventos que gostaria de participar. Embora o trajeto do trabalho até a Bienal não chegue a 20 kilometros, ainda sim, me perdi um pouco. Afinal sou um carioca errante - possuo sérias dificuldades em entender a lógica urbana de São Paulo -.
As adversidades se estenderam ao chegar, demorei um pouco para encontrar uma boa vaga, questão que me deixou indignado. Não havia nenhuma mesmo, os carros circulavam como se estivessem brincando de "dança das cadeiras", alguma hora a musica iria parar e se você estivesse perto de uma vaga "pimba", ganhava seu prêmio.
Rodei mais um pouco até que finalmente consegui meu lugar ao sol e, algo me diz que a pessoa logo atrás de mim me desejou algum mal, é quase intuitivo, eu não culpo ninguém por isso, afinal quando alguém bem a sua frente consegue uma vaga, imediatamente passa a ser uma filha da p... Mesmo que seja o papa.
À medida que me aproximava do balcão da bienal uma sensação de entusiasmo tomou conta de mim. Refleti durante instantes sobre a importância do evento, pessoas circulavam, algumas mais devagar e outras com mais pressa, embora todas pareciam unidas pelo mesmo propósito - disseminar conhecimento.
Ainda antes da entrada avistei um mar de barracas de camping azuis. Naquele instante admirei a dedicação dos que promoveram evento e dos que participavam, todos dispostos a ficar ali até o final, até debater tudo, até a última linha de código e até o último post no twitter.
Após me identificar e pegar os brindes (caneta, bloquinho, chaveiro, camiseta...) estava enfim, dentro do evento. Senti-me naturalmente perdido e extasiado, não me movimentava na mesma velocidade das pessoas, afinal, todos já conheciam o lugar, enquanto eu olhava tudo pela primeira vez.
Ao chegar ao grande mezanino da Bienal, notei que de um lado estavam às mesas onde as pessoas sentavam e plugavam seus computadores, enquanto no outro lado, aconteciam às palestras.
Cada palestra ocorria uma ao lado da outra, praticamente sem separação, dependendo do lugar escolhido era possível ouvir o conteúdo de ambas as palestras
Não sou uma pessoa que conversa muito, então circulei bastante, ouvi, comi um sanduíche e fui embora. Isso em 3 horas.
Amanhã eu volto lá!
Sai do trabalho por volta das 17h30min, um tanto tarde para os eventos que gostaria de participar. Embora o trajeto do trabalho até a Bienal não chegue a 20 kilometros, ainda sim, me perdi um pouco. Afinal sou um carioca errante - possuo sérias dificuldades em entender a lógica urbana de São Paulo -.
As adversidades se estenderam ao chegar, demorei um pouco para encontrar uma boa vaga, questão que me deixou indignado. Não havia nenhuma mesmo, os carros circulavam como se estivessem brincando de "dança das cadeiras", alguma hora a musica iria parar e se você estivesse perto de uma vaga "pimba", ganhava seu prêmio.
Rodei mais um pouco até que finalmente consegui meu lugar ao sol e, algo me diz que a pessoa logo atrás de mim me desejou algum mal, é quase intuitivo, eu não culpo ninguém por isso, afinal quando alguém bem a sua frente consegue uma vaga, imediatamente passa a ser uma filha da p... Mesmo que seja o papa.
À medida que me aproximava do balcão da bienal uma sensação de entusiasmo tomou conta de mim. Refleti durante instantes sobre a importância do evento, pessoas circulavam, algumas mais devagar e outras com mais pressa, embora todas pareciam unidas pelo mesmo propósito - disseminar conhecimento.
Ainda antes da entrada avistei um mar de barracas de camping azuis. Naquele instante admirei a dedicação dos que promoveram evento e dos que participavam, todos dispostos a ficar ali até o final, até debater tudo, até a última linha de código e até o último post no twitter.
Após me identificar e pegar os brindes (caneta, bloquinho, chaveiro, camiseta...) estava enfim, dentro do evento. Senti-me naturalmente perdido e extasiado, não me movimentava na mesma velocidade das pessoas, afinal, todos já conheciam o lugar, enquanto eu olhava tudo pela primeira vez.
Ao chegar ao grande mezanino da Bienal, notei que de um lado estavam às mesas onde as pessoas sentavam e plugavam seus computadores, enquanto no outro lado, aconteciam às palestras.
Cada palestra ocorria uma ao lado da outra, praticamente sem separação, dependendo do lugar escolhido era possível ouvir o conteúdo de ambas as palestras
Não sou uma pessoa que conversa muito, então circulei bastante, ouvi, comi um sanduíche e fui embora. Isso em 3 horas.
Amanhã eu volto lá!











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