31 de janeiro de 2008

Seesmic - Twitter com vídeo.

Acabei de receber uma senha de acesso para testar o Seesmic, - site de conversas globais através de vídeo.

A idéia é super simples, eles apostam que a experiência com vídeo terá a mesma qualidade nas conversas em blogs, twitter e afins só que de maneira mais rica.

Com pequenas mensagens em vídeo é possível criar uma grande e movimentada conversa visual, onde assuntos e pessoas entram e saem tal como na vida real.

Assistam o vídeo e vejam na prática exemplos sobre:

  • Estilo conversativo
  • Brainstorming sobre oportunidades de publicidade





Robin good fez considerações interessantes na “master new média


30 de janeiro de 2008

Twitter, Amazom, Nintendo Wii


Navegando no Twitter hoje pela manha, eu cai no WiiMe, um bot criado para avisar os Followers interessados no nintendo Wii sobre a situação do seu estoque na amazon.com.

Um jeito interessante de substituir o velho “avise-me quando chegar”.
"
OS MICROBLOGS SÃO UMA CONVERSA caótica, global e pública -- e é claro que as empresas querem fazer parte dela. A fabricante de computadores Dell usa o Twitter para veicular promoções instantâneas, assim como a companhia aérea JetBlue. Além disso, as marcas têm utilizado microblogs -- assim como já faziam com os blogs -- para monitorar o conteúdo relacionado a suas indústrias, a seus concorrentes e até mesmo para espiar o que se fala delas na internet. Para as empresas de mídia, o alcance crescente dos microblogs é uma maneira de levar audiência para seus sites: New York Times, CNN e BBC são apenas três grandes nomes que avisam os seus leitores da publicação de novidades em suas páginas. Até mesmo o pré-candidato à Presidência dos Estados Unidos Barack Obama usa o Twitter para manter seus correligionários informados sobre suas atividades de campanha. (Folha OnLine)
"

Soa bem: Orientação a Serviço e Resultados

Em minha opinião um profissional de marketing deve conhecer ao menos um pouco sobre o que acontece nos bastidores de seus projetos. Ao entender os modelos conceituais da área de TI a conversa tende a ser sintonizada e contribuição torna-se mútua e fácil.

Atualmente, a área de tecnologia nem de longe é uma área com “geeks” programadores. Sem dúvida a TI hoje é parte essencial nas diretrizes do negócio, não só no suporte ao crescimento de uma companhia, mas indo além: - Com foco nas necessidades dos negócios e totalmente guiado aos serviços.

A TI é SOA.

Afinal o que é SOA?

Do inglês Service Oriented Architeture para o português - Arquitetura orientada a Serviço - essa metodoliga é a progressão natural da arquitetura orientada a objeto.

Antes de tudo então, o que é orientação por objeto?

Imagine objetos distribuídos em um espaço, onde, cada um deles sendo referência a um serviço possui de maneira independente suas regras, diretrizes e capacidade de inter-operar. Essa arquitetura permite a interseção entre a camada de apresentação (look ´n´ feel) e a de implementação, ou seja, é possível alterar aspectos de uma aplicação sem gerar grande impacto sobre o sistema como um todo.

Para fechar o raciocínio imagine um carro onde cada elemento do painel é um objeto (buzina, seta, farol, velocímetro e etc.), cada carro possui uma engenharia diferente, entretanto, todo pequeno aspecto da sua engenharia age de maneira isolada, assim, o motor pode ser trocado sem que o piloto perceba.

Porque SOA é a evolução?

Como disse anteriormente SOA não é referencia a uma tecnologia especifica e sim a um método. Em linhas gerais a SOA faz com qualquer projeto ou aplicação só saia do papel se estiver vinculada a um processo de negócio existente, o que gera velocidade para solucionar o “on going”, diminui custos com desenvolvimento, clareza, padronização e sinergia de software com reaproveitamento e compartilhamento.

28 de janeiro de 2008

Qtrax: 25 Milhões de músicas para Download

Enfim os entusiastas da música tiveram as suas preces atendidas. Após anos de combate entre as gravadoras e o P2P (compartilhamento de arquivos), finalmente os amantes da música tiveram uma boa noticia. A partir de hoje o Qtrax estará disponibilizando um acervo monstruoso de músicas para download - grátis e legal -.

A tecnologia

O Qtrax também fará do P2P seu meio para distribuição das músicas e, do DRM (Digital Rights Management) para o controle dos direitos autorais.

Modelo de negócio

A expectativa é que a receita seja obtida por meio da publicidade e das informações de uso obtidas via DRM.

Os pontos fracos

Apesar de o gigantesco acervo cobrir desde os hits mais recentes até as raridades, a incompatibilidade com o iPod, sem dúvida, é um ponto fraco. O hardware da apple domina esse mercado, afinal, dos 130 milhões de players 50 Milhões cabem à apple. Apesar disso, o Qtrax promete uma solução para essa incompatibilidade até abril desse ano.

Qtrax e as Gravadoras

De acordo com o porta voz da WMG Will Tanous, o Qtrax não tem a permissão da Warner para utilizar o seu conteúdo. Por sua vez, a Universal Music afirma existir uma conversa com a Qtrax, embora o acordo ainda não tenha saído.

O DRM irá permitir um controle sobre quantas vezes uma musica foi baixada e ouvida. Assim, artistas, gravadoras e distribuidoras serão pagas na proporção da execução de suas faixas, além da participação na receita publicitária.

Referências

AlleyInsider

Times OnLine


26 de janeiro de 2008

O que você aconselha?

Se conselho fosse bom, não se dava, vendia. Esse ditado é referência aos conselhos quando feitos inoportunamente, embora, no contexto atual - onde não existem mais escolhas simples -, conselhos são muito valiosos, e muitas vezes grátis.

Web 2.0 é o início.

A web 2.0 normaliza aspectos do front-end e clientside, fomenta taxonomia e folksonomia. Entretanto, o maior ganho, em minha opinião, é a capacidade de sintetizar escolhas mantendo a cauda longa ao alcance dos dedos.

O nosso poder de mediação é aplicado diariamente no ambiente digital; ao usar o digg para classificar uma notícia, adicionar um site no del.icio.us, escrever uma resenha na amazon, comentar algo em um blog, postar algo no twitter, e por aí vai.

Cada uma dessas ferramentas ajuda a reduzir nosso campo de escolha, evidenciando apenas o que nos é pertinente. Isso só é possível devido à classificação constante de pessoas como nós e da nossa capacidade de dizer: - esse “cara” aí pensa como eu.

2.0 é bom, 3.0 é demais.

Web 3.0, mp5 e quiçá mp7, são buracos negros para mim, não sei se existem ou são apenas como aquela história – adicione um número para tudo parecer melhor. Enfim, conjecturas afirmam que a web 3.0 será a capacidade de encontrar com precisão tudo o que queremos, por exemplo: Pizzarias que entregam na Barra Funda, que estão abertas após à meia-noite. Mas, espera um pouco, antes de tudo, o que eu quero comer?

Essa ordem da evolução está correta: primeiro eu preciso saber o que quero, depois onde está o que eu quero. E, ao que tudo indica, essa evolução se dará no decorrer dos próximos 5 a 10 anos.

Quem já leu o livro “paradox of choice”, ou assistiu a alguma palestra de Barry Schwartz, o autor, sabe a importância da opinião das pessoas no nosso processo de decisão. Somos influenciados constantemente por terceiros nas nossas escolhas, geralmente investimos dinheiro onde um conhecido já obteve ganhos, compramos um carro que alguém já nos disse estar satisfeito e, assim segue.


As dificuldades.

Três barreiras devem ser superadas para que uma marca possa usufruir positivamente da presença em um ambiente social, ou misturar UGC (Conteúdo Gerado pelo Usuário) ao seu conteúdo.

A primeira dificuldade é contextualizar. Um bom vendedor é aquele capaz de transmitir confiança sem parecer tendencioso – tudo deve soar como um bom conselho. É ineficaz colocar a sua marca unicamente em locais com maior audiência. A falta de aderência pode resultar em rejeição.

O segundo obstáculo é o embaraço operacional: uma empresa com um baixo padrão na sua qualidade em atendimento, por exemplo, certamente transformará áreas participativas em ouvidorias. A solução para esse problema é simples – melhoria de processos.

O terceiro senão é a falta de controle na qualidade do material produzido. Imaginem o seguinte cenário: a Pepsi patrocina um canal no youtube e, um dos vídeos enviados é alguém explodindo uma pet da marca com uma bala mentos. É possível que aconteçam desvios nos propósitos das marcas. Nesse caso, devemos contar com os próprios membros da comunidade para denunciar conteúdo fora de contexto.

Os acertos

Já disse aqui anteriormente e insisto, a amazon é um exemplo vivo de sucesso. Em sua proposta de ser a maior loja on-line do mundo, são assertivos em provocar a influência mútua entre seus clientes. Tudo é fundamentado no desejo individual e coletivo, além da combinação dos dois.

Outro caminho.

O Wikia Search promete mais transparência na construção de seus algoritimos, hoje em alpha o projeto da wikia (empresa responsável pelo wikipédia) acredita que os resultados em suas buscas ganharão relevância de acordo com a participação dos usuários.

Segundo Jimmy Wales (coordenador do projeto) a adoção das técnicas de SEO influenciam no resultados além dos algorítimos usados pelo google não serem transparentes.

Quem determina a ordem dos resultados no Wikia Search são os próprios usuários. Com isso técnicas de SEO seriam ignoradas e os resultados seriam mais justos.



24 de janeiro de 2008

Digg muda algoritimo para diversificar.


O Digg mudou o seu algoritmo para conseguir diversidade de resultados. Segundo Kevin Rose, fundador do agregador de notícias, a idéia é que usuários comuns também tenham, a chance de ter as suas publicações em destaque.

Hoje os usuários chamados "heavy users", dominam as principais posições, devido ao conhecimento de como manter a evidência das suas publicações no Digg - fazendo campanhas, por exemplo.

Pela nova lógica, será levado em conta a maior variedade de indicações, conseqüência: - Chance para os usuários comuns e heavy users, hevy chateados.

Quanto vale a sua opnião?

Meu Diretor, Marcelo Lobianco, me enviou agora a pouco um e-mail, apenas com alguns high lights:

  • Nos últimos 2 anos, a confiança em "pessoas como eu", triplicou de 20% para 68% (Edelman)
  • 95% dos consumidores acreditam mais na recomendação dos seus amigos do que em qualquer outra fonte (Forrester)
  • 77% dos e-consumidores utilizam as resenhas e avaliações quando compram (Jupiter)
  • 80% dos clientes on-line depositam mais confiança nas marcas que oferecem comentários dos usuários (Vizu / Bazaarvoice)


23 de janeiro de 2008

O que é Data Portability?


DataPortability - Connect, Control, Share, Remix from Smashcut Media on Vimeo.

Esse vídeo deixa claro o conceito da dataportability.org

Velocidade de crescimento das redes sociais

O Akamai é uma CDN (content delivery network) com mais de 25.000 servidores em 69 países e, responsável por 20% do tráfego na internet com capacidade de entregar milhões de requisições por segundo.

Recentemente o mashable publicou um fato interessante: - 7 entre as 10 maiores redes sociais do mundo usam o Akamai com solução de infra-estrutura. Apesar de ser uma empresa que serve dados, esses, podem apontar uma tendência de mercado, já que, respondem por 92% desse bolo.

O uso de banda das redes sociais, de acordo com o akamai, subiu cinco vezes, se comparado ao ano passado. Isso nos dá uma idéia da velocidade de crescimento do uso dessas redes ao redor do mundo.

Fontes: mashable, akamai

18 de janeiro de 2008

QVC: Nova identidade novo site

A noticia não é nova, entretanto vou postar uma análise superficial feita ano passado sobre o novo site da QVC, colocado no ar dia 06 de novembro de 2007. O estudo não é profundo, apenas um breve olhar sob as prerrogativas dessa nova versão.

Para quem ainda não conhece a QVC, ela está entre maiores home shoppings dos estados unidos e, é pioneira nesse modelo. O faturamento em 2006 foi de aproximadamente 7 bilhões de dólares.

Nova Marca - Antiga & Nova



A nova indentidade visual da QVC faz parte de uma intensa campanha de marketing, iniciada em setembro de 2007. A intenção da QVC nessa ação era apropriar-se da letra “Q”.

iQdoU? - Conheça a campanha



Novo Site



Além de um visual mais atraente e leve, muito foi feito pela composição promocional do site; - A ordem dos principais links na área de destaque, por exemplo, condizem com a estratégia de qualquer varejista (Oferta do dia, produto ao vivo, melhores ofertas, liquidação e próximos eventos).

Conteúdo colaborativo associado a uma loja de departamento.




Áreas de fórum, blog e comunidades foram adicionadas ao site da QVC. Embora não seja a primeira loja virtual a fazer uso do CGU como suplemento ao próprio conteúdo, uma coisa chamou a minha atenção; - Enquanto explorava o ambiente, notei que apesar do número de membros cadastrados ainda ser ínfimo (por volta de 130), mais de 1.500 usuários estavam on-line. Acredito que esse número tende a crescer paralelamente ao fomento gerado pela comunidade.

CGU pode se tornar um poderoso recurso de retenção do tráfego e fidelização, RSS e FEEDS, por exemplo, são importantes geradores de lead.

Covenrgênci entre mídias.



A QVC melhora consideravelmente os pontos de conexão entre os clientes procedentes da TV e os provenientes da internet: - percebam a proximidade entre a busca e a área de produtos recém vistos na TV, ambos estão em um ponto nobre da interface. Essa coexistência visual aponta a importância dos dois públicos.

A área de navegação entre os itens apresentados na TV está bem mais intuitiva, arrisco dizer que é a melhor (comparada a HSN). Serei justo: a HSN foi assertiva ao escolher silverlight como tecnologia para servir o streaming do seu conteúdo ao-vivo, é possível usufruir de recursos como comparação de produtos e sugestões de similares.

Por último, mas não menos importante, a integração entre a página de item e o conteúdo gerado pela TV está muito bem resolvida.


17 de janeiro de 2008

Co2Stats: Quanto cO2 o seu site produz?



Sempre que alguém vê o seu site ou seu blog é despejado monóxido de carbono na atmosfera, esses gases são provenientes do combustível para produzir a energia necessária para manter computadores e servidores ligados.

Qual a proposta do c02stats?

O Co2stats monitora a quantidade de eletricidade necessária para manter o seu blog, e então redireciona as emissões investindo em projetos de energia sustentável, ajudando assim a neutralizar o aquecimento global.

Quem fez?

O Co2stats é um widget desenvolvido por dois estudantes empreendedores Alex Wissner-Gross de Harvard eTim Sullivan de Yale.

Da onde vem o dinheiro?

Essa iniciativa é financiada por patrocinadores selecionados e, cometidos a fazer da internet um ambiente "eco-friendly".

Como colocar o widget no meu blog?

O widget é free e não precisa se registrar. pegue o seu script no link:

http://www.co2stats.com/pres.php?s=30813

14 de janeiro de 2008

Quero aparecer, aonde eu pago?

Serviços de valor agregado comuns em sites como o Linkedin e o Flickr são a base do modelo de sustentação financeira, ou seja, caso os usuários optem por serviços diferenciados, devem pagar por isso. O Flickr permite que todos os seus usuários façam uploads de até 200 fotos por mês, enquanto no plano PRO, pago, esse limite deixa de existir. O Linkedin mantém uma proposta semelhante, nesse caso, o usuário Premium, também pagante, passa a ter acesso a serviços exclusivos.

Comunidades como o Orkut, Facebook ou Myspace têm a publicidade como drive principal na geração de caixa, embora as dificuldades já sejam conhecidas, - associação da publicidade institucional com as mídias geradas por usuários (UGM). O Facebook, por exemplo, já estimava para 2007 um faturamento de U$150 Mi, com lucro previsto de U$ 30 Mi.

A Badoo, comunidade com mais de 12 milhões de usuários, popular na America Latina, Espanha e Itália, renova o modelo de serviços com o “raise up”; - Funcionalidade que possibilita os usuários aumentar a sua própria audiência, quando adquirido, possibilita aos membros da comunidade passarem para o topo da lista de resultados de pesquisa – essa é a aposta da Badoo -. A estimativa é que esse serviço estimule o crescimento da base de usuários de 12 milhões para 150 milhões e, por conseqüência, seu faturamento.

Se pensarmos um pouco, faz sentido vender visibilidade em redes sociais. O varejo tradicional explora esse modelo há bastante tempo, ao vender os melhores espaços em suas gôndolas. Em sites como o Buscapé, isso também não é novidade, uma das suas fontes de receita é cobrar dos varejistas a melhor posição em seu resultado de busca.

Em todo caso, a Badoo é pioneira ao vender suas “gôndolas” para quem quer aparecer.

Modelo de receita baseada no ego.

Palco e platéia não faltam, comunidades são um prato cheio para os interessados em mostrar a cara. Antes de continuar, vou ser parcial: querer aparecer não é ruim, vejo com bons olhos a propagação de ideais sociais, ampliação de networking profissional. Nem tudo é só “look at me”.

Aparecer, ser aceito, fazer parte de grupos, ter amigos e ser reconhecido não é novidade. Necessidades “do ego” são, em parte, associadas à auto-estima (sucesso, confiança, preparo etc.); por outra parte, ligadas à reputação (respeito, prestígio, etc.). Essas obrigações sociais não nasceram na internet, embora funcionem bem juntas.

Ninguém quer ser mais um. Todos nós gostamos quando somos reconhecidos. Quem está disposto a pagar por isso?

Virar celebridade e estar perto delas.

Enquanto alguns pagam para se tornarem famosos, os que já conseguiram se tornar celebridades usufruem da sua fé publica. Ditam tendências de consumo e comportamento.

O poder de persuasão das celebridades orienta nosso estilo de vida. A Badoo, assim como o Myspace, pretende usar os perfis autênticos das celebridades para prosperar em países aonde eles não são fortes (como Estados Unidos, com apenas 200.000 usuários, e Inglaterra com 140.000).

Segredo do sucesso.

Uma comunidade precisa gente, muita gente. Para os que querem se relacionar e para os que querem aparecer. Se formos pragmáticos cobrar daqueles que fazem questão de ver seu rosto aparecer, parece fazer sentido.

Perigos dos enlatados

Assim como o jabá para as rádios, serviços dessa natureza podem violar nosso desejo pelo conteúdo autêntico. Nossa capacidade de julgar ainda será essencial para separar o bom do ruim, o falso do verdadeiro.



11 de janeiro de 2008

Google Checkout Trends

Desde que acessei pela primeira vez o google trends, a pesquisa por comportamento de palavras-chave passou a ser uma brincadeira divertida.

Hoje ao acessar o blog do google chekout, fui surpreendido por um novo produto do google labs, algo que superou todas as minhas expectativas - o google chekout trends -.

A partir de agora as informações das vendas realizadas através do google checkout estão todas agregadas.

É possivel comparar as vendas de Ipods Vs Zune por exemplo, em apenas alguns segundos. Divirta-se fazendo comparações através dos gráficos simples de serem visualizados.

Mais informações no Official Google Chekout Blog

7 de janeiro de 2008

Napster também venderá mp3 sem proteção


O napster anunciou que também venderá mp3 sem proteção. Certamente, um movimento para se manter competitivo junto às outras lojas on-line.

Eles ainda não informaram que gravadoras concordaram em vender as suas músicas através do seu serviço.

O Foco ainda serão os planos especiais, como download a La Carte e download de cópias licenciadas.

Mais em: Mashable

4 de janeiro de 2008

Netflix desenvolve "set-up-box" com a LG


A netflix com objetivo de diversificar seus canais de distribuição, até então baseado na locação de filmes on-line com entrega por correios e downloads, anunciou ontem uma parceria com a LG para o desenvolvimento de uma set-up-box que irá permitir a tramissão de vídeos da internet diretamente dos televisores.

De acordo com o CIO da netflix, Reed Hastings, essa parceria é um prenúncio para muitas outras, ao mencionar que adoraria ver "milhares de dispositivos compatíveis com a netflix em diversos aparaelhos".

A netflix estima que esse dispositivo esteja disponível aos consumidores americanos a partir de julho de 2008. Lembando que a cerca de um ano a companhia havia anunciado a possibilidade de downloads de seus filmes e programas de TV através de seu site.

2 de janeiro de 2008

Comunidade e conteúdo gerado por usuário


Caros,
Peguei esse texto no site "useit.com" do jakob nielsen. As vezes eu concordo com que ele fala, outras vezes não, ler, eu leio sempre.

"
Conteúdo gerado por usuários podem ser um excelente suplemento ao seu próprio conteúdo. Os Exemplo mais famoso são as "resenhas dos livros" da amazon, que datam de 1996 (não tão web2.0 assim).

As funcionalidades das comunidades geralmente são mais aplicáveis em intranets, e muitas das Intranet vencedoras da "Intranet Design Winners" as oferecem. A razão pela qual as comunidades funcionam melhor nas intranets também explicam porque elas freqüentemente funcionam menos na "Internet Aberta":

  • Os funcionários de uma empresa já são uma comunidade com um crucial interesse em comum: ter sucesso nos negócios
  • Os funcionários são pré-selecionados: Eles devem ser contratados, e presumidamente tem um nivel de qualidade mínimo. Em contraste, na internet, a maioria das pessoas estão se divertindo e, não tão interessadas em obedecer regras.
  • Embora algumas intranets - assim como aquelas em torno dos classificados internos - buscam iluminar o local de trabalho, a maioria delas são fortemente focadas nos projetos da empresa. Os debates mais acesos são aqueles itinerantes a todas as áreas.
  • Os usuários possuem uma "conta" para efetuar suas postagens e, se preocupam com a reputação entre os colegas e chefes. Como resultado, postagens tendem a ser produtivas.
  • Pequenos grupos nos quais as pessoas já se conhecem são menos suscetíveis a "dispersão social", sendo assim, mais usuários contribuem. Ao contrário, comunidades abertas sofrem com uma participação desequilibrada, na qual a maioria dos usuários nunca contribui e apenas 1% das pessoas são ativas e dominam os debates.
"

Esse conteúdo foi tirado do artigo ""Web 2.0 Can Be Dangerous..." de jakob nielsen

Posts Relacionados



Voltar para a HomeSinglepeer.com