17 de julho de 2008

Google testa crowdsourcing como o Digg



Lendo o blog do Justin Hileman encontrei um post interessante tratando de um experimento do Google fazendo uso "Crowdsourcing" em seu SERP. Essa nova funcionalidade (ainda em testes) é chamada de Edit Page Result

Em seu faq, o Google explica que essa feature possibilita que o usuário manipule a sua pesquisa ao adicionar, mover ou remover resultados de busca. Quando o usuário voltar a fazer a mesma pesquisa e estando logado suas personalizações serão mantidas.





16 de julho de 2008

Quantidade de consumidores on-line do brasil


Dois dados interessantes sairam no e-marketer. O quadro acima mostra a evolução no número de consumidores no comércio eletronico nacional. O gráfico abaixo ilustra o percentual das pessoas com mais de 18 anos que usam internet, que fizeram compras on-line.



15 de julho de 2008

Amazon.com do potencial a potência - Parte III

Assinatura de Produtos





Porque freqüentarmos lojas de conveniência, supermercados e lojas de reposição como as Americanas? É o fato. Cada produto que usamos no dia-a-dia tem o seu tempo de uso, como por exemplo:

  • Xampu: 30 dias
  • Barbeador: 7 dias
  • Pasta de dente 60 dias
  • Sabonete: 8 dias
  • Pacote de fralda 3 dias.
  • Pilhas: 180 dias.

Ou seja, sempre haverá algum item na sua iminência do fim, com isso o retorno para uma loja de conveniência torna-se freqüente e, a cada regresso levamos mais algum produto além do inicialmente proposto por mero ímpeto.

Para o varejista isso é ótimo. A freqüência motivada pelas necessidades de consumo, as datas irregulares de desgaste dos produtos e o impulso nas gondolas gera mais receita. Entre nas lojas americanas, por exemplo, e tente para comprar novas meias sem levar mais nada, no mínimo um sonho de valsa vai aparecer no seu cupom fiscal.

No cenário virtual, apesar dos algoritmos bem elaborados de upselling o efeito não é o mesmo, a quantidade de itens por cliente tende a ser inferior, o poder da embalagem, não é tão persuasivo (ainda) no ambiente virtual.

Agora voltando a falar da Amazon. Uma das features que mais gosto é a funcionalidade “subscribe and save” ou “assine e economize”. Ou sejam, assim como fazemos com jornal e revistas, podemos assinar produtos.

As vantagens do uso desse serviço são:

  • Programar o recebimento dos itens de reposição alinhados com seu tempo de desgaste
  • Pagar com débito automático no cartão
  • Ganhar desconto pela fidelidade.

O ciclo fecha. A industria reduz a devolução, a amazon com essa demanda mapeada possui um excelente argumento de negociação comercial, que no final é transportado para o cliente em forma de desconto.


11 de julho de 2008

Amazon.com do potencial a potência - Parte II

Menu da Amazon uma década de evolução.

Uma das coisas mais fascinantes na história da amazon é a evolução constante do seu menu de navegação. As suas famosas abas foram inumeras vezes replicadas em sites de e-commerce mundo a fora, e acompanharam crescimento da compania na última década. De 1998 até 2008 o seu menu principal de navegação sofreu diversas interferências, estimuladas por estudos de comportamento de usuário e o aumento do sortimento da loja.

1998



Quando iniciou as suas operações em 1998, a Amazon contava com muito menos departamentos que atualmente, na época apenas algumas linhas de produto, como Livros, CDs, Vídeos além de um pequeno sortimento de itens presenteáveis, constutuian o seu mix de produtos.

Com as categorias diferenciadas por cores e um menu dividido em abas, que lembram as de uma agenda, foi apresentada a primeira sugestão para navegação daquela que seria, a maior loja on-line do planeta. O reflexo dessa solução de arquitetura e estética estiveram presentes durante boa parte das novas versões, que viriam a seguir.

1998 - 1999



Com o rápido aumento do seu sortimento de produtos, a estrutura de navegação da loja precisou logo ser alterada, novas categorias como Brinquedos, Eletrônicos, Produtos de Beleza e Software surgiram, deixando a solução inicial insuficiênte. As primeiras sugestões para reverter esse novo cenário não foram das melhores, em uma época em que a configuração 640x480 representava uma fatia expressiva das resoluções de tela, os arquitetos de informação foram erráticos ao optarem por retirar o logo da loja do header, permanecendo sem ele por alguns meses e, mesmo quando retornou ao topo, a estrutura de abas permanecia confusa, a quantidade de departamentos já não cabia mais em uma única linha.

Hoje seria impensável retirar o logo do header de qualquer loja - é fato consumado - além de permanecer em uma posição estratégica, o logotipo é comumente utilizado como um porto seguro, um ponto de retorno para a home. Isso mostra que mesmo a amazon comete erros.

1999-2000




O aumento de linhas de produto permaneceu e a necessidade de encontrar uma solução que acompanhasse esse crescimento continuou. Durante o perido entre 1999 e 2001, o amontoado de abas da útima versão sucumbiu, sendo substituida por um único botão chamado "Diretório de Lojas", que quando clicado direcionava o cliente para uma página contendo todas as lojas do site. Algumas lojas permaneceram em destaque ao lado esquerdo em uma área denominada "lojas do dia".

No final de 2002, o site retomou uma estrutura de abas semelhante a que adotára em 99, dessa vez com algumas melhorias. Uma das novidades dessa versão era a aba "Sua Loja", que dava acesso à área personalizada do usuário, onde era possivel verificar recomendações pessoais, lojas favoritas e outras fuções customizadas. O antigo botão "diretório de lojas" deixou lugar para outro, chamado "veja mais lojas", posicionado logo após as principais lojas do site.

2002-2003




Até o inicio de 2003 mesmo com a continuidade no crescimento das categorias, não houveram grandes modificações. O grande destaque desse periodo foi a influência do comportamento de compra do usuário na estrutura de navegação da loja. As lojas com maior evidência eram aquelas utilizadas com mais frequência pelo usuário. Outro ponto que merce atenção foi a tentativa de alinhar as cores dos departamentos do site com as abas do menu, isso não durou muito tempo.

2004-2006




A versão de 2004 apresentou a primeira quebra de paradigma, quando todas as abas foram substituidas por apenas duas. Todas as categorias do site foram agrupadas em um único botão "todas as categorias" que após a interação do usuário apresentava um layer com todas as lojas do site. A busca também passou a ser um item presente.

2007 - 2008




Pondo um ponto final na navegação por abas, a versão mais recente também foi radical ao colocar sua navegação na lateral à direita. As categorias foram unidas em grupos mais genéricos, expandindo da esquerda para a direita após a ação do usuário.

Essa última versão da navegação da amazon lembra muito a do Pontofrio.com, que irônicamente possui essa navegação desde 1998.

Continua....

Leia Também

Parte I - Você parceiro estratégico da Amazon.com

Referências: Quando pensei em escrever esse post sobre a história do menu de abas da amazon me deparei com uma pesquisa feita no site http://www.lukew.com/ff/entry.asp?178 que foi extremamente útil pois estava dando um trabalhão juntar todas as imagens.

Amazon.com do potencial a potência - Parte I

Você parceiro estratégico da Amazon.com

É impressionante como o programa de parceria, webservices e afiliados ganharam importância na amazon nos últimos anos. Não é por menos, afinal a estratégia de Jeff Bezos desde quando a amazon deixou de ser uma livraria e, começou a se tornar uma potencial loja de departamentos, passou rapidamente de potencial para potência. Isso se deve aos altos investimentos em tecnologia de ponta, pioneirismo no que conhecemos hoje por (web 2.0) e uma estratégia bem definida. A amazon não é feita apenas pelos profissionais e fornecedores diretamente contratados por ela, é feita por desenvolvedores do mundo inteiro, varejistas de todas as partes e acima de tudo pelos clientes.

Ganhar de todos os lados de maneira equilibrada, em minha opinião é o grande trunfo da amazon, afinal, essa abordagem, entrega parte o controle e sucesso da sua operação em outras mãos.

Na análise do ultimo quadrimestre publicada em sua seção de relações com investidores ficou evidente como o serviço de “venda o seu produto na amazon” vem se tornado cada vez mais importante para a companhia, crescendo na batida de 50%, quando comparado ao mesmo período de 2007. Para quem navega com freqüência na amazon, já deve percebido, a quantidade de varejistas que utilizam sua para vender produtos obteve um crescimento visível. Em um passado recente era comum ao pesquisar itens de decoração, por exemplo, notar que se tratava de outra loja utilizando a plataforma de e-commerce da amazon. Hoje isso se estende (e com mais freqüência) a todos os departamentos, inclusive os hard sells, como eletrônicos.

Com a plataforma de fulfillment, a amazon consegue ser uma espécie de Americanas.com + Mercado Livre, mantendo uma identidade visual uniforme, deixando o processo inteiro (inclusive checkout) transparente para o cliente final.

Mas nem toda loja quer deixar a sua operação de vendas totalmente integrada com a amazon, algumas gostariam de usar todo o poder de venda da amazon e, ao mesmo tempo ter em suas mãos o controle das suas ações promocionais, estratégias de geração de lead, design customizado e por ai vai. Para isso existe o produto chamado “WebStore By Amazon”, uma plataforma completa para a criação de e-commerce utilizando todas as prerrogativas da maior loja on-line do mundo, ou seja, está disponível para pessoa e por apenas $ 59 todos os benefícios construídos pela amazon, desde os mais complexos algoritmos de recomendação de produtos, ferramenta de busca, até avaliação dos usuários.

Com qualquer uma das soluções acima, para incrementar as vendas, os parceiros da amazon, b2b ou b2b2c podem ainda usar plataforma de publicidade da amazon, para comprar suas campnahas nos espaços display, ou até mesmo em link patrocinado.

Continua.......

9 de julho de 2008

Pesquisas por opinião

Não é novidade que a opinião gerada pelos consumidores é responsável por uma importante etapa no processo de decisão de compra.

De acordo com o relatório apontado em junho de 2008 pela "Opnion Research Corporation", 61% dos entrevistados declararam que antes de efutar uma compra avaliaram a opinião de outros clientes em blogs e outros sites que provêem feedback de consumidores. Sendo que o uso de mecânismos de busca, como o google, foram o principal ponto de partida na busca por esse tipo de informação. Entre os consumidores que levaran em conta o feedback de outros usuários na web, mais de oito entre dez declararam que a opinião de outros clientes tiveram alguma influência sobre a decisão final de compra.

O quadro acima mostra outro dado interessante, acima de bens de consumo, 82% das pesquisas por feedback de usuários, são por viagens e turismo em geral, enfatizando a importância conquistada por esse segmento no e-commerce. Na minha opnião pessoal os três mercados mais maduros atuantes na web são o e-commerce, turismo e imobiliário - A pesquisa acima sustenta que o meu ponto de vista é coerente.

Fica a pergunta. Quem está fazendo um bom trabalho colaborativo 2.0 no mercado de turismo nacional?

Fonte: emarketer



8 de julho de 2008

Fomartos de publicidade Mobilie

Formatos de publicidade em celular que as companias japonesas gostariam de usar em 2008.


4 de julho de 2008

Zoomii - Compre livros pela estante.



Maneira diferenciada de tentar simular a experiência de compra real

Não era sobre um hidrotônico?

A ação era sobre o Hidrotônico I9 (O novo concorrente do Gatorade), acredito que a intenção da Coca-Cola ao enviar uma mini-geladeira a nove blogueiros reconhecidos pelo seu conteúdo era a divulgação do seu novo produto.

De certa forma o objetivo da ação acabou acontecendo, embora o que mais tenha sido falado por ai a fora tenha sido sobre a geladeira, a coca-cola e se os blogueiros vendem ou não a sua opinião. É verdade muito se falou sobre a ação, mas pouco sobre o produto.

Nesse exato momento o que acontece é uma disputa entre o BlueBus e os blogueiros no twitter. Quem vai vencer? não sei. Quem perdeu para mim sem dúvida foi a Coca-Cola #prontofalei.

UPDATE - 8 de Julho de 2008

"Deixei a garrafa ficar bem gelada e experimentei, e achei bem interessante. O i9 hidrotônico tem um gosto de limão não muito forte, que me lembrou as limonadas que eu tomava na praia, ou quem sabe o sabor de um sorvete de limão. Não tenho o costume de tomar este tipo de bebida, mas acho que para atletas ele é uma boa opção."

Retificando, houveram blogs que trataram do produto como o trecho tirado do Digital Drops

Tradução no Gtalk

Quer traduções simultânes no Gtalk? Então adicione como amigo o "pt2en@bot.talk.google.com". Dessa forma basta colocar o "pt2en" em suas conversas on-line que automáticamente o que você fala em portugês será traduzido para inglês.

Fiz uns testes aqui. Quebra um galho para quem não tem o dominio da lingua. Para os camaradas que fazem freela lá para fora isso é uma mão na roda.

(UPDATE) isso não é novidade, mas só testei hoje. =)

Roda da fortuna - Tendencias


A roda da furtuna no marketing. Link para o post original.

Alogoritmos do delicious, reddit, stumbleupon

Achei esse post simplesmente fantástico.

Atrvés de poder da média social os algoritimos alimentam frameworks dando poder do conteúdo gerado por usuário. No link abaixo Danny Dover do SEOmoz ilustra como encontrar o mix correto das regras de participação pode ser exremamente dificil e, como alguns algoritimos quando comibinados com as pessoas certas geram relevância.

Direto do blog: SEOmoz

E-commerce da Saraiva em crescimento

Copy + Paste na coluna do Thiago Terra do mundo do marketing.

Diferente do conceito de lojas grandes e com experiência de compra, o e-commerce da livraria foi pioneiro no Brasil. Há dez anos a Saraiva implantava um sistema de compras pela Internet que hoje faz da empresa um dos principais players neste segmento na área de livros do Brasil. De acordo com Daumas “Mais de 30% da receita da empresa em livraria vem do comércio eletrônico”, conta.

O motivo para tanta procura por leituras não é apenas a aceitação da Internet por parte do target da Saraiva e muito menos pela facilidade de crédito. “O crescimento desta ferramenta é resultado de competência nas operações, respeito ao consumidor e acréscimo de produtos de informática e de telefonia celular”, explica Daumas, que completa. “Sem falar do próprio crescimento do e-commerce no Brasil e no mundo”.

Os números da Saraiva não deixam nenhuma dúvida quanto à eficiência do comércio eletrônico. Em 2007 o aumento nas vendas foi de 60,8% com relação a 2006, e o livro não acaba por aqui. “No primeiro trimestre deste ano tivemos um aumento nas vendas pelo comércio eletrônico de 85,7% sobre o mesmo período de 2007”, compara o executivo.

A materia do thiago traz ainda para a mesa temas interessantes como a crescente participação dos mega-pdvs da saraiva. Leia na integra.


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