Buscamos por simplicidade, o mais fácil nos conquista, não por que somos preguiçosos, e sim, por que quanto mais escasso algo é, mais valioso ele se torna, atualmente o que temos de menos é tempo, que de certa forma tornou-se commoditie.
Simplificar não é a receita, é ingrediente, elementos emocionais ainda são valiosos, ou melhor, estão mais valiosos do que nunca, o design exerce esse papel, diferenciando produtos, mesmo quando a essência é mantida. A busca é a união entre o necessário, essencial e belo, isso te lembra algo? A apple?
Mas vamos para o assunto, meu tema hoje é - simplifique e ganhe - esse deve ser o objetivo de um comércio-eletrôncio, reduzir custos operacionais, abocanhar uma fatia de um mercado promissor, são oportunidades diretas, mas existem outros ganhos, aproveitar o canal e torná-lo fonte de fidelidade e comodidade, rentabilizará o negócio em todos os sentidos.
O Google possui uma home page simples, assim com o uma página de busca deve ser, um e-commerce, por sua vez deve ser simples, assim como uma loja on-line deve ser.
Simplificar é oportunismo, a amazon.com, por exemplo, transforma comportamento comum de consumo em receita, traduzindo tecnologia em comodidade, leia isso como ganho de tempo, tempo é escasso, pouco vale muito, e por ai vai. Mesmo que para nós isso seja percebido como artifício comercial, para o seu cliente isso pode ser considerado conveniência.
Não, não to dizendo que outros fatores devem ser ignorados, o preço, é levado em consideração, por que quando pouco está disponível na economia, assim como o tempo, mais valor agregado ele tem.
Direcionar todos os esforços comerciais para o site, transformando-o é um mar de banners e ofertas, não é a melhor configuração de rentabilidade, o tempo do usuário tem valor, tanto para ele quanto para o dono do negócio, não adianta acreditar na precificação como único fator de decisão.
Questione: Quantos links existem na página principal? Quantos deles são necessários? Quantos poderiam simplesmente ser excluídos? O que é feito para facilitar a vida do cliente, tanto na venda quanto no pós venda? Como a tecnologia esta sendo usada para aperfeiçoar a experiência de consumo? Qual o grau de personalização existente?
Mais uma vez afirmo, administrar a experiência do usuário no site é questionar, colocar-se no lugar dele, por mais simples que isso seja, muitas vezes a simplicidade não é vista como oportunidade.
A responsabilidade de quem gerencia a experiência de uso de uma aplicação, é unir a satisfação do cliente, com a necessidade comercial, equacionando as expectativas, e isso definitivamente não é um trabalho fácil.
Boa Sorte =)